quinta-feira, 19 de junho de 2008
MS é o 3º no País na geração de empregos formais
O resultado sul-mato-grossense foi acima da média nacional, de 3,6% de crescimento na criação de vagas no mercado de trabalho, que totalizou 1.051946 de janeiro a maio de 2008.
O saldo de empregos é obtido por meio da comparação entre as admissões e as demissões. Em Mato Grosso do Sul, foram 109 .368 demissões de janeiro a maio desde ano, contra 90.424 demissões, o que leva ao número de 18,9 mil empregos criados.
Setores - A construção civil é o setor que teve maior crescimento percentual, com 14,46% de ampliação no número de vagas novas, que cegou ao 2,6 mil.
Quando analisado o número total de vagas, é a indústria que assume a primeira posição, com 5.989 empregos criados. Depois vêm a agropecuária e o setor de serviços.
O comércio aparece na quarta posição, com saldo positivo de 721 postos de trabalho.
Os dados são do Caged (Cadastro de Geral de Empregados e Desempregados).
informações do campograndenews
terça-feira, 20 de maio de 2008
Desemprego entre jovens é três vezes maior do que entre adultos
Editora-assistente de Dinheiro da Folha Online
Um estudo divulgado nesta terça-feira detalha uma realidade que os jovens já percebem na prática, a falta de emprego. Segundo pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o desemprego entre jovens de 15 a 24 anos é 3,5 vezes maior do que entre os trabalhadores considerados adultos, com mais de 24 anos. O estudo foi organizado por Jorge Abrahão de Castro e Luseni Aquino.
A taxa utilizada pelo estudo é de 2005 --para permitir a comparação com outros países-- e apresenta crescimento em relação a anos anteriores. Em 2000, o desemprego dos jovens era três vezes maior ao dos adultos, em 1995, 2,9 e, em 1990, 2,8 vezes.
O desemprego entre os jovens no Brasil também é um dos maiores entre dez países pesquisados, em relação a situação dos adultos, perdendo para a Itália (3,9), Suécia (3,8) e para o Reino Unido (3,6).
Abaixo do Brasil estão: Argentina (3,1), Estados Unidos (2,8), França (2,7), Espanha (2,6), México (2,4) e Alemanha (1,4).
O índice de desemprego entre os jovens é de 19%, aponta a pesquisa, a maior dos anos pesquisados: 18% (2000), 11% (1995), 7% (1990) e 6% (1985).
De acordo com o estudo, o desemprego é maior entre os jovens porque a demissão desses trabalhadores tem um custo mais baixo para as empresas e porque, por terem menos experiência, podem ser considerados menos "essenciais".
O dado, no entanto, é confrontado pela pesquisa pelo fato de os trabalhadores mais jovens apresentarem, em média, mais atributos de escolaridade na comparação com os mais velhos.
Os pesquisadores ressaltam, portanto, que, em um período de rápida transformação nos processos produtivos, as empresas podem ver vantagens em contratar funcionários com menos experiência.
Metade
Em 2005, 46,6% dos desempregados eram jovens, contra participação de 43,8% em 2000, de acordo com estudo. Em 1995, no entanto, os jovens eram 51,1% dos desempregados.
Esse índice é o mais alto na comparação com outros países pesquisados, à frente de México (40,4%), Argentina (39,6%), Reino Unido (38,6%), Suécia (33,3%), Estados Unidos (33,2%), Itália (25,9%), Espanha (25,6%), França (22,1%) e Alemanha (16,3%).
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Emprego na indústria atinge crescimento recorde de 2,2% em 2007, diz IBGE
13/02/2008 - 09h46
O contingente de trabalhadores na indústria aumentou 2,2% em 2007, taxa recorde da pesquisa, iniciada em 2001. A folha de pagamento real cresceu 5,4% no mesmo período. Já o número de horas pagas teve expansão de 1,8%, na comparação com 2006. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).Em dezembro, na comparação com novembro, o emprego na indústria teve queda de 0,5%, após seqüência de cinco resultados positivos. Em relação a dezembro do ano passado, o nível de emprego industrial aumentou 3,5%.
Segundo o IBGE, os índices verificados refletem o maior dinamismo da atividade industrial em 2007, cujo crescimento foi de 6%, na comparação com o período anterior.
O nível de emprego subiu nos 14 locais pesquisados, e em 12 dos 18 ramos industriais. Nas regiões, São Paulo teve o maior crescimento (3,5%), seguido do Paraná (3,1%) e região Nordeste (1,4%).
Nos setores da indústria, os meios de transporte (7,7%), produtos de metal (7,3%), máquinas e equipamentos (7%) e alimentos e bebidas (4%) foram os que agregaram maiores contingentes de trabalhadores.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Taxa de desemprego no País caiu de 9% em setembro para 8,7% da população economicamente ativa (PEA) em outubro
A taxa de desemprego no País caiu de 9% em setembro para 8,7% da população economicamente ativa (PEA) em outubro.
É o melhor resultado deste mês já registrado pelo IBGE.
(GAZETA MERCANTIL - SINOPSE RADIOBRÁS - 25-11-2007)
domingo, 25 de novembro de 2007
sábado, 15 de setembro de 2007
Queda na taxa de desocupados no ano passado levou o país à menor taxa de desemprego em 10 anos, 8,4%
* Crescem o emprego e a renda
O IBGE divulgou ontem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), revelando que a queda na taxa de desocupados no ano passado levou o país à menor taxa de desemprego em 10 anos, 8,4%.
Em 1997, o índice havia ficado em 7,8%. A pesquisa mostra também que o rendimento médio mensal dos trabalhadores cresceu 7,2% entre 2005 e 2006.
E aumentou em 13,2% no ano passado, o número de estudantes no ensino superior.
(Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás)
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Simulador de treinamento de pilotos e a cabine do Airbus-A320 da TAM foram constatadas por investigadores da Aeronáutica
* Investigadores da Aeronáutica constataram diferenças entre o simulador de treinamento de pilotos e a cabine do Airbus-A320 da TAM no que diz respeito à apresentação do aviso sonoro "retard" - que alerta o piloto a colocar as alavancas das turbinas em "idle" (ponto morto ou baixa aceleração).
(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)