terça-feira, 22 de junho de 2010
Em Três Lagoas mais de 2 mil empregos (Pastora Simone Paim)
Do total, 1.030 estão na indústria de transformação e 814 na agropecuária. A produção de eucalipto e de celulose têm impulsionado o crescimento do município, que assumiu a liderança na balança comercial do Estado.
No setor de serviços o saldo entre admitidos e demitidos foi positivo em 268 vagas. Os setores que demitiram mais do que contrataram no município foram a construção civil, com saldo negativo de 62 vagas e o comércio, com 13 demissões a mais que contratações
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Criação de empregos formais em maio é recorde para o mês
Região Sudeste
A Região Sudeste foi a responsável pela maior criação de vagas formais de trabalho em maio, segundo o Caged. No mês passado, foram criadas na região 189,5 mil vagas com carteira assinada. O saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no Brasil, em maio, foi de 298.041.
A expansão do emprego ocorreu, no entanto, em todas as regiões no período. O Nordeste (45,8 mil postos), o Sul (34,1 mil postos) e o Norte (11,9 mil postos) registraram saldos recordes no mês passado. A região Centro-Oeste foi responsável pela criação de 16,7 mil vagas.
O Caged identificou também que 25 unidades da federação verificaram expansão do mercado de trabalho em maio. São Paulo encabeçou a lista, com 98,6 mil postos, seguido por Minas Gerais (60,8 mil vagas), Rio de Janeiro (22,3 mil vagas) e Paraná (19,1 mil vagas).
São Paulo também está à frente na geração de empregos quando é avaliado o período dos cinco primeiros meses do ano, com 475,4 mil postos. Em seguida, estão Minas Gerais (193,7 mil vagas), Rio Grande do Sul (96,8 mil) e Paraná (90,5 mil postos).
Governo Lula
O ministro Lupi ressaltou o fato de a criação de vagas formais de trabalho ter passado a marca dos 2 milhões em 12 meses. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados esta tarde, revelaram que de junho de 2009 a maio deste ano, o saldo está positivo em 2.075.467 de postos.
Ele também salientou que desde o início do governo Lula, em 2003, foram criados 13.013.131 postos de trabalho. "Minha previsão continua a de que mais de 15 milhões de empregos formais serão gerados desde o início do governo Lula", reforçou.
Inflação
Lupi, minimizou as avaliações feitas por analistas do mercado financeiro de que a robustez do mercado de trabalho é um ingrediente importante para a economia e que pode ser uma das chaves para justificar o aumento da taxa básica de juros. "Eu já vi também os economistas avaliarem que o Brasil ia acabar com a crise. Fui ridicularizado muitas vezes, mas acertei", afirmou. "O que os economistas precisam avaliar é que falta de produção é que aumenta a inflação", continuou durante entrevista coletiva comentar os números do mercado de trabalho em maio.
Ainda sobre a atividade, Lupi salientou que o parque industrial brasileiro está voltando ao seu limite de ocupação de 2007, ficando já na faixa entre 81% e 82%. Para ele, no entanto, este não deve ser visto como o único setor produtivo a puxar o crescimento da atividade e do emprego no País. "O que estou avaliando para estes grandes sábios da economia: o Brasil não é só indústria", ironizou.
O ministro também enfatizou que a tendência da inflação é de desaceleração nos próximos meses. Para ele, o grande desafio hoje é saber se a inflação será de 5% ou 5,5% em 2010. "Não vejo risco em ter 0,5 pp a mais ou a menos no ano", disse, comparando com períodos em que a inflação brasileira chegou à casa dos 80% ao mês. Lupi salientou que é preciso, sim, ter cuidado com a inflação, mas que não enxerga problemas para o futuro porque o País está investindo em infraestrutura.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Desemprego tem menor janeiro da série histórica, de 7,2%
RIO DE JANEIRO, 25 de fevereiro (Reuters) - O desemprego brasileiro aumentou no mês passado, mas registrou a menor taxa para janeiro da série histórica iniciada em 2003, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.
A taxa subiu para 7,2 por cento em janeiro ante 6,8 por cento em dezembro.
Economistas consultados pela Reuters previam uma leitura de 7,6 por cento.
O número de pessoas ocupadas totalizou 21,605 milhões, queda de 1 por cento sobre dezembro e alta de 2,1 por cento sobre janeiro de 2009.
O total de desocupados foi de 1,687 milhão, avanço de 6 por cento mês a mês e recuo de 10,7 por cento na comparação anual.
O rendimento médio do trabalhador aumentou 1,1 por cento em janeiro sobre dezembro e caiu 0,4 por cento ante o ano anterior, a 1.373,50 reais.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
País registra criação recorde de empregos formais para um mês de janeiro
da Folha Online, no Rio
O país registrou em janeiro o melhor saldo de geração de empregos para o primeiro mês do ano na série histórica iniciada em 1992. De acordo com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quinta-feira, foram criadas 181.419 vagas formais, indicando aumento de 27% frente a janeiro de 2008, quando haviam sido criadas 142.921, melhor marca até então.
Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, os números de janeiro vão ao encontro da expectativa de crescimento da economia e da meta de criação de 2 milhões de vagas em 2010 estipulada pelo ministério.
Com mercado aquecido, mulheres trabalham menos tempo em casa
Falta de mão de obra qualificada deixa 1,7 milhão de vagas abertas em 2009
Fiesp prevê aquecimento na geração de vagas na indústria em fevereiro
Em janeiro de 2009, o Caged havia registrado uma eliminação de 101.748 postos de trabalho formais. Nos últimos 12 meses, foram criadas 1,2 milhão de vagas no país.
No mês passado, seis dos oito setores de atividade econômica apresentaram expansão no emprego. A indústria de transformação teve geração recorde para um mês de janeiro, com a criação de 68.920 empregos, 17% acima do recorde anterior observado em janeiro de 2008 (59.045).
O setor de serviços também teve geração recorde, considerando o primeiro mês do ano, com a criação de 57.889 vagas formais.
Já a construção civil teve 54.330 postos formais criados, o que significou o melhor desempenho para todos os meses dentro da série histórica do Caged.
Leia mais notícias sobre emprego
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Outras notícias sobre economia em Dinheiro
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- Receita libera nesta quinta-feira consulta a lote da malha fina de 2007
Especial
País registra criação recorde de empregos formais para um mês de janeiro
da Folha Online, no Rio
O país registrou em janeiro o melhor saldo de geração de empregos para o primeiro mês do ano na história. De acordo com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quinta-feira, foram criados 181.419 vagas formais, indicando aumento de 27% frente a janeiro de 2008, quando haviam sido criados 142.921, melhor marca até então.
Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, os números de janeiro vão ao encontro da expectativa de crescimento da economia e da meta de criação de 2 milhões de vagas em 2010 estipulada pelo ministério.
Em janeiro de 2009, o Caged havia registrado uma eliminação de 101.748 postos de trabalho formais. Nos últimos 12 meses, foram criados 1,2 milhão de vagas no país.
No mês passado, seis dos oito setores de atividade econômica apresentaram expansão no emprego. A indústria de transformação teve geração recorde para um mês de janeiro, com a criação de 68.920 empregos, 17% acima do recorde anterior observado em janeiro de 2008 (59.045).
O setor de serviços também teve geração recorde, considerando o primeiro mês do ano, com a criação de 57.889 vagas formais.
Já a construção civil teve 54.330 postos formais criados, o que significou o melhor desempenho para todos os meses dentro da série histórica do Caged.
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Especial
sábado, 26 de dezembro de 2009
2010 deve ter mais 2 milhões de empregos, dizem analistas
Economistas avaliam que o crescimento do mercado interno deve estimular a criação de 2 milhões de empregos formais em 2010 – quase o dobro do número de 2009. A maior parte será no setor de serviços.
A distribuição de renda também deve ser mais equilibrada entre as classes, altas, média e baixa – nos últimos anos, as classes D e E foram mais beneficiadas, com fortes ajustes do salário mínimo e do Bolsa Família. (págs. 1 e B1)
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Cruzeiros garantem bons salários e muito trabalho
da Folha Online
O setor turístico oferece boas oportunidades para quem busca um emprego. O trabalho em cruzeiros marítimos é uma opção, desde que haja vontade de se passar entre seis e dez meses a bordo.
O desafio requer disciplina, pois o trabalho é árduo, explica Gil Oliveira, responsável pelo recrutamento da Sun & Sea, empresa que faz o processo de seleção para algumas companhias marítimas.
"Todos os cargos têm uma média diária de dez horas e se trabalha todos os dias. Mas a remuneração compensa e você pode economizar o que ganha, pois tudo o que você precisa para 'sobreviver' tem no navio", diz Oliveira.
Geralmente há vagas para manicure, cabeleireiro, governanta, camareiro, cozinheiro, garçom, técnico de som e iluminação, fotógrafo, recreador, entre outras. Os salários variam entre US$ 500 e US$ 2 mil.
"Muitas funções que recebem salário fixo pequeno têm comissões, gorjetas fixas e gorjetas variáveis", diz a administradora de empresas e psicóloga Luciane Teixeira, que executa o processo de seleção da Infinity Brazil.
Teixeira ressalta que, antes de assinar o contrato com qualquer empresa, é preciso pesquisar para não cair em ciladas. "A primeira dica é investigar. Segundo: se tiver que pagar antes de qualquer coisa, suspeite", orienta. Neste podcast, ela explica ainda o que o candidato jamais deve falar em uma entrevista durante o processo seletivo.